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Vivemos um período estranho no mundo. Com todo colapso climático e precarização da vida da classe trabalhadora, vemos discursos de ódio e retirada direitos crescerem mundo afora. Seja com Trump e seus arroubos autoritários, seja no bolsonarismo aqui, a lógica é a mesma: tirar direitos e liberdades, arrochar a população mais pobre e proteger os ricos. Nesee cenário, temos a tarefa importante de reeleger Lula presidente e buscar novos avanços para a melhoria de vida como tarifa zero e o fim da escala 6×1. Mas não podemos esquecer do nosso estado do Rio, governado pela extrema-direita e pela direita há mais de 20 anos. São 5 ex-governadores presos e o mais recente, Claudio Castro, envolvido em diversos escândalos de corrupção, desvio do dinheiro dos aposentados para o banco Master e com seu braço direito na Alerj, o deputado Rodrigo Bacellar, preso por ligação com o crime organizado. Ou seja, a extrema-direita capturou nosso estado num descaso completo com o que é público.


Enquanto isso, a população conhece a dor de viver sob o medo. Medo da violência, das operações policiais que transformam comunidades em territórios de guerra, da falta de políticas públicas capazes de garantir segurança de verdade. O povo fluminense merece uma política onde segurança pública seja sinônimo de justiça e respeito aos direitos humanos. Precisamos enfrentar o crime organizado em suas estruturas de poder e financiamento, sem transformar a juventude negra e a população pobre em alvo permanente da violência.  

Sabemos também o que significa perder horas em trens lotados, ônibus precários, metrôs caros e barcas insuficientes. Sabemos o quanto o projeto de tarifa zero é viável e mudaria a vida da classe trabalhadora. Além disso, não queremos ver famílias sendo expulsas de seus bairros pela especulação imobiliária, enquanto a moradia se transforma em negócio. O Rio precisa voltar a pertencer a quem constrói sua história todos os dias Mobilidade, moradia e dignidade não podem ser mercadorias; são direitos que precisam ser garantidos.
As mulheres sentem de forma ainda mais dura o abandono do poder público. São elas que enfrentam a falta de creches, as filas nos hospitais, a sobrecarga do cuidado e a violência que insiste em interromper vidas e sonhos. Não podemos aceitar o crescimento dos feminicídios nem a ausência de proteção para tantas mulheres. A luta por políticas públicas para as mulheres é uma luta pela justiça social, pela proteção das famílias e pela construção de comunidades mais fortes e solidárias. Além disso, as mulheres são ponto fundamental do funcionalismo público, nas escolas e na rede de saúde, merecendo condições de trabalho e valorização salarial.
 
Luciana Boiteux é professora, advogada e feminista com uma trajetória marcada pela coragem, coerência e compromisso com a transformação social. Luciana dedicou sua vida à luta por justiça, democracia e igualdade desde a sua militância sindical até seu mandato de vereadora em 2023 e 2024. Sua atuação sempre esteve ao lado da luta das mulheres, da população negra, das periferias, da juventude, das pessoas LGBTQIA+, da classe trabalhadora e de todas e todos que acreditam que um outro Rio de Janeiro é possível. Em tempos de descrença na política, sua história é a prova de que ainda existem pessoas que fazem da vida pública um instrumento de mudança coletiva em busca da construção do socialismo.

Por tudo isso, declaramos nosso apoio à pré-candidatura de Luciana Boiteux à ALERJ. Porque acreditamos na força da organização popular, na defesa dos serviços públicos, da educação, da saúde, da democracia e dos direitos sociais. Convidamos todas as pessoas que sonham com um Rio de Janeiro mais justo, humano e democrático a somarem suas vozes a esta caminhada. O futuro que queremos não nascerá do medo, dos privilégios ou da corrupção. Ele nascerá da esperança, da participação popular e da coragem de transformar nosso estado. Luciana Boiteux representa essa esperança. E é pelo Rio de Janeiro que queremos construir esse mandato juntos.

Quais são as minhas lutas?

Feminismo

Em defesa dos direitos das mulheres em toda a sua diversidade, por justiça reprodutiva, no combate ao assédio e às violências de gênero, racista e LGBTQIAPN+. O lugar das mulheres é na política e onde mais ela quiser.

Educação

Pela valorização dos profissionais da educação, em defesa de toda a comunidade escolar e na luta por uma educação pública de qualidade, laica e inclusiva. Por mais recursos para nossas escolas e universidades.

Antiproiba

Na luta pela maconha medicinal no SUS, em defesa da Rede de Atenção Psicossocial, pela regulamentação das drogas, pelo fim da violência nas favelas e contra o encarceramento da população negra.

Direitos

Construir um estado feminista, inclusivo, anticapitalista, antirracista e ecossocialista que garanta o direito à cidade, à moradia e ao bem viver.

A.colher é uma central de atendimento a mulheres que sofrem violência. Seu objetivo é acolher as vítimas, acompanhar e encaminhar os casos de violação à vida, segurança e direitos. A iniciativa conta com profissionais das áreas de saúde e jurídica para acompanhar e identificar os órgãos públicos que melhor possam ajudar as mulheres.

Criado durante a mandata de vereadora, continua seu funcionamento como um projeto na Universidade.

Se precisa de ajuda para acessar os serviços, envie uma mensagem ou clique no botão abaixo! Lembrando que não somos um serviço de emergência, se a violência estiver acontecendo agora ligue 180.

O que fiz como vereadora?

Veja algumas leis que nossa mandata apresentou no durante nosso período na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Para ver todas as proposições legislativas, clique no botão abaixo.

O Projeto de Lei, inspirado no protocolo do Caso Daniel Alves, tem como objetivo integrar medidas de prevenção e combate à violência sexual e proteção às vítimas em estabelecimentos e espaços de lazer na cidade do Rio de Janeiro.

 

Baixe a íntegra do projeto clicando aqui

Institui o Programa Municipal de Cannabis Medicinal, dispondo sobre fornecimento gratuito de produtos derivados ou a base de Cannabis SPP., com foco no amparo a pacientes, incentivo às associações, fomento à pesquisa científica, capacitação dos profissionais da rede pública e entidades conveniadas à rede municipal de saúde e dispensação pelo sus dos produtos de cannabis spp. autorizados pela ANVISA.

Baixe a íntegra do projeto clicando aqui

A lei inclui o dia 18 de maio como dia da Luta Antimanicomial no calendário oficial da cidade.

Baixe a íntegra do PL clicando aqui

Os estudantes da Rede Municipal de Educação têm direito a gratuidade no transporte, mas queremos ampliar esse direito aos responsáveis que acompanham seus filhos até as escolas.

 

O PL 2392/23 pretende incluir o dia 14 de fevereiro como o Dia da Mulher forrozeira no calendário oficial da cidade.

Baixe a íntegra do PL  clicando aqui

 O PL 2388/23 pretende criar o Programa de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Sexual e demais Crimes contra a Dignidade Sexual e à Violência Sexual no Sistema Único de Saúde no âmbito do Município do Rio de Janeiro.

Baixe a íntegra do PL  clicando aqui

 A lei quer inclui o dia 25 de setembro como Dia Municipal de Conscientização e Luta contra a Ataxia Espinocerebelar tipo 3 – Doença de Machado-Joseph no calendário oficial da cidade.

 

Baixe a íntegra do PL  clicando aqui

O PL 2458/23 estabelece diretrizes para a oferta de leite materno nos Espaços de Desenvolvimento Infantil e nas creches públicas e privadas localizados no município do Rio de Janeiro.

Baixe a íntegra do PL  clicando aqui

Fotos

Tenha acesso aos registros de homenagens, agendas e atividades do período da nossa mandata.

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